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Meu amigo Peti, por Wady
Menino do Rio e Monica 02É tão difícil e ao mesmo tempo tão fácil falar do Peti. São tantas as lembranças, que fico meio perdido ao escrever. Nenhuma novidade, já que não sou escritor, aliás, estou longe disso. O legal é que todas as minhas recordações são alegres, pra cima. Peti tinha um astral tão bacana que nunca o vi com raiva.
Ele surfando era sempre um espetáculo à parte, seu estilo inconfundível de descer as ondas fazia parecer que surfar era a coisa mais simples do mundo. Isso se chama talento!!
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Woodstock: 450 mil jovens para 3 dias de amor e música.
Vale a pena relembrar. Afinal, nenhum outro festival de música teve tanta repercussão e tanta importância como esse. Apesar de suas outras edições e de outros grandes festivais de música, Woodstock permanece como o mais importante evento musical da história contemporânea.
A invenção da cordinha arruinou o surf
Na opinião de Peter Cole, a invenção da cordinha "arruinou o surf" e muitos dos praticantes de tow in "mal sabem surfar". Pioneiro do North Shore nos anos 50, quando mudou-se da Califórnia para o Hawaii para dar aulas de Matemática e dropar as maiores ondas que pudesse encontrar, ele tem moral mais do que suficiente para fazer afirmações como estas: até hoje, aos 75 anos de idade, ele surfa Sunset 12 pés sem cordinha. E não pretende parar tão cedo.
Quando você começou a surfar?
O Castelo de Ricardo Wendhausen (Doctor Shape)
A história abaixo foi enviada por um legendário personagem do Pier de Ipanema. Basta pronunciar seu sobrenome e não precisa dizer mais nada. Grande Zeca Proença. Não há surfista que não o conheça e se existir, é porque está fora de estação ou dimensão.
Temos a honra de contar com sua constante participação e força nesse site, onde é um dos fundadores e também guardião. Atualmente dedica-se a sua banda Piratas do Rio.
Dois Malucos por Surf e um Doido
E senta que lá vem mais uma história de surf das antigas contada por esse narrador, surfista das antigas, músico e compositor: Zeca Proença.
Nos tempos do Pier estava morando na Barão da Torre em frente ao Restaurante Natural. Era só subir a Farme de Amoedo e ver o Pier de Ipanema, mesmo assim às vezes dormia na casa do Lipe (Felipe Dylon) que era em frente a Praça General Osório e mais perto das Ondas, para chegar mais cedo ainda no Pico.