June 2011

Mais de três foi o diabo que fez

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Trailer do documentário Mais de três foi o diabo que fez. A história da música que mudou o rock nacional contada pelos seus autores Evandro Mesquita, Ricardo Barreto, Guto Barros e Zeca Proença.

O ato final

Uma pequena homenagem a um grande e belo filme, que nada tem a ver com essa estória.

Num lance comum, corriqueiro, pegou o plástico onde ficava guardado o fumo. Ao abri-lo, constatou a incômoda presença de algumas formigas que, talvez, à procura de alimentação, acabaram presas no pacote.

Embarcando no Trem da Competição

Os últimos quinze anos do surf brasileiro foram tão impregnados de competição que é quase impossível imaginar o que havia antes desse festival de baterias. Hoje nós temos circuitos de longboard, grommet, feminino, amador, profissional, master, iniciante. Tem também, mundo à fora, eventos especiais em ondas gigantes, expression sessions, formatos diferentes como o que rolou em Mentawaii com apenas oito convidados, e mais ainda está por vir porque os departamentos de marqueting das marcas têm que quebrar o côco e surgir continuamente com novas formas de capturar a mídia e o volúvel interesse da massa, já  tão bombardeada por tantas novidades.

Carlos Mudinho - Arpoador 1967

Carlos Mudinho - Arpoador 1967

Carlos Mudinho - Arpoador 1967

Pier de Ipanema - Carlos Mudinho - Ubatuba_1972

Pier de Ipanema - Carlos Mudinho - Ubatuba_1972

Pier de Ipanema - Carlos Mudinho - Ubatuba_1972

Pier de Ipanema - Carlos Mudinho - 1972

Pier de Ipanema - Carlos Mudinho - 1972

Pier de Ipanema - Carlos Mudinho - 1972

Ipanema

Ipanema

Minha pequena

Que abriga os corpos sensuais.

Sobre suas calçadas, os intelectuais.

Suas ruas dançam e cantam Vinicius de Moraes.

A Primeira Prancha a Gente Nunca Mais Esquece

1969. Não tirava o olho do mar. Minha família tinha um apartamento no Guarujá, no prédio Perequê, 4º andar, e eu ficava horas olhando lá de cima, hipnotizado pelas ondas de Pitangueiras. Foi meu primeiro contato com o surf. De férias, minha avó me levava pra praia todo dia, mas eu não queria saber nem de baldinho nem de castelo de areia. Meu negócio era ficar olhando os caras surfar. Mais que isso, pois eu sempre dava um jeito de tirar uma casquinha.

Barco do tempo

Tem sonhos que a gente quer
Que quanto mais se busca mais foge
 
Vai se derramando uma chuva ao longe
A gente pensa que está tudo nascendo
Mas é só do esforço de seguir vivendo
 
Aí vem uma luz que brilha dentro e corre
Aí vem uma voz que chama dentro e morre

Pier de Ipanema - Carlos Mudinho - abril 1972

Pier de Ipanema - Carlos Mudinho - abril 1972

Pier de Ipanema - Carlos Mudinho - abril 1972