O Pier de Ipanema - Parte II: O Arpoador

Partindo do princípio, no começo era a alma,
Alma que veio do Arpoador veio silente e calma.
Nada é efêmero, o tempo passa inexoravelmente
O tempo para quando a gente quer.
Quaisquer que sejam os motivos, motores, locomotivas,
Lendas, almas vivas
Quer tenham vindo do Leblon, de Copa, de Ipanema

Zeca Proença no Arpoador em 1980

Ou outro lugar,
Foi o Arpoador o principal tema.
O Pier de Ipanema não seria o que é sem o Arpoador,
Os “metralhinhas”, os artistas, os outros surfistas
Os fotógrafos, as musas e intelectuais,
O pessoal da paz e amor e todos os demais
Antes e depois viveram no Arpoador.
Arpoadores de baleias devem ser extintos.
Quando ando até o Arpoador,
O ar do mar arde de calor.
O ar do mar, arde de amor!
Senti todos os momentos.
Todos os pensamentos.

Por Áscios ou Olascimo

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