O Pier de Ipanema - Parte IV: Apelidos - não são codinomes!

Dedicado ao tatu do mundo louco, escrito no muro do não sei,
Pelos Usprayboy e Metralhinhas.
Todos somos crianças, somos quase velhos, porém...
Para sempre jovens, se soubermos ter humildade.
Quem não teve apelidos na infância, na juventude,
Ou no Aqui e agora!
Quem não conhece o Pauletti, o Maraca, o Kaneca

Edinho - Danilo - Gordo - Otavio Pacheco - Endyara - Peti - Arpoador
Conheci o Mário de saudosa e febril imagem
Nunca tive receio de chamá-lo de Mário Caolha,
Mestre de tantas artes, agora no céu dos livres pensadores.
Mários lendários da galera: o Mário Bração,
Mário Papinha, este gerou uma série de outros apelidos como Mingau
Mário só Rizzo,
Rato, Ratinho, Penho, Barriga e Perseguição.
E o De Gaulle do mate... Evandro hoje é Paulão
Zeca Mendigo, Zeca Cascão,
Tanta gente, Petit, Pipi e Pepê.
O Rico era Dentinho, Ludovico, Betão e Bocão.
 Avoelita, a mais velha “das surfista”, quem sabe é o Barrão.
Tanta gente que falha a mente...
Coyote, toda astúcia e força pelo Pier.
O Mico Sagui vai dormir.

Por Olascimo ou Áscios

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