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Ipanema
50 anos de um Menino do Rio.
"... Hoje dia 20 de dezembro de 2007 o Peti estaria fazendo 50 anos.
Eu tenho aqui um escrito dele.
Depois que Peti morreu eu andei procurando entre os livros, nas coisas da casa pra ver se achava uma explicação pro que aconteceu... Sabendo que não encontraria. "
Monica Boran
Doces Tardes
Tempo faz que, deitada de bruços, sob um escaldante sol, nas areias finas de uma antiga Ipanema, Lidia sentiu-se verdadeiramente dona do mundo. Havia plena consciência de que não era pequeno o desafio que tinha pela frente, início de uma adolescência cheia de encantamento, paixões e revoluções de costumes. Mas uma força interior, uma curiosidade latente _ tão própria da juventude _ não cedeu espaço para o medo de ousar. Seguiu trilhando os muitos caminhos, sempre incertos, ditados por um coração constantemente apaixonado.
Meu amigo Peti - o Menino do Rio, por Wady
É tão difícil e ao mesmo tempo tão fácil falar do Peti. São tantas as lembranças, que fico meio perdido ao escrever. Nenhuma novidade, já que não sou escritor, aliás, estou longe disso. O legal é que todas as minhas recordações são alegres, pra cima. Peti tinha um astral tão bacana que nunca o vi com raiva.
A Prancha Nova do Sandy
Embora eu tenha convivido minha infância, adolescência e parte de minha vida adulta entre surfistas amadores e profissionais, jamais peguei onda com prancha de gente grande, isto é, de fibra, com quilha, parafina, etc.. O máximo de minhas experiências com acessórios para pegar ondas, foi a Planonda, de isopor, e a Madeirite, confeccionada com madeira e pintada com tinta náutica.
