Sem medo sem meta, sem rumo sem reta
Vou caminhar até você
(vou caminhar)
Sem mito, sem meta,
Sem rumo , sem reta
(eu vou caminhar)
E vou chegar até você
Sem medo ou segredo
Fazer de você minha paz
Vou buscar teu olhar sincero
O sorriso lindo que espero
Palavras ternas, eu quero
E vou buscar,
Vou ser aquele menino
Um menino amado,
Um menino amigo,
Vou ser...
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Esta música foi feita a um montão de mãos.
Quem me mostrou, primeiramente, foi o Luis Antônio Porreca, um pianista, meu amigo que foi para a Bélgica.
Fez sucesso com um conjunto dele chamado "o Rancho" entre 70 e 72.
Mas esta letra é 90% da irmã dele, Maria Lúcia, acho que hoje formada em Literatura.
Dê-lhes os créditos.
Ex-cunhado, jogador de futebol de areia, jamais subiu numa prancha. Mas lembra-se bem da turma se ligando às cinco da matina para informar se ia dar ondas. Somos privilegiados por havermos vivido aqueles anos setenta no Rio e em Ipanema - Copacabana.