Um vídeo inédito onde Os Mutantes fazem uma performance na França, em 1969, com a formação clássica do grupo acompanhado de uma orquestra, tocando a canção Caminhante Noturno em uma rara versão em inglês.
O ex-Mutantes Arnaldo Baptista assistiu ao vídeo, e compartilhou a gravação no perfil dele no Facebook, com o discreto elogio: "Isto sim, é Mutantes...".
Trailer do documentário Mais de três foi o diabo que fez. A história da música que mudou o rock nacional contada pelos seus autores Evandro Mesquita, Ricardo Barreto, Guto Barros e Zeca Proença.
Tudo começou em janeiro de 1982. O cenário era a praia do Arpoador, cultuada pela nata da cultura carioca de então. Foi lá que o Circo Voador levantou sua lona azul e branca pela primeira vez. Fruto do anseio de uma enorme onda de artistas carentes de espaço para atingir o grande público, o Circo foi a grande alavanca para muitos grupos, hoje consagrados. O primeiro passo foi dado pelos grupos de teatro criados a partir dos cursos ministrados pelos integrantes do Asdrúbal Trouxe o Trombone.
Nunca me esquecerei quando o Rafael Gonzalez chegou no Arpoador e disse: "lá no Pier tem umas ondinhas legais abrindo..."
Isso no primeiro dia que colocaram as estacas com aquele barulho brabo. Como o Arpoador tinha parado de dar onda por causa da obra da Av. Atlântica, fomos dar uma olhada e surfamos colados nas primeiras estacas. Eu, o Mudinho, o Rafael e o Penho.
Muitos a consideram a "era do individualismo", mas, eu tenho lá as minhas dúvidas porque foi nesta época que surgiram vários movimentos, sendo um deles o movimento da defesa do meio-ambiente que veio acompanhado de um crescimento das revoluções comportamentais da década anterior.
Foi quando eclodiram os movimentos musicais do Rock and Roll, das discotecas, e também do experimentalismo na música erudita.
Aconteceu no estúdio "F", de foda, no PROJAC, durante a gravação de um episódio de "Os Normais" com a Fernanda Torres e o Luiz Fernando Guimarães.
Eu e Danielle Winits éramos os convidados da semana.
Eu estava numa correria louca, fase de muito trabalho. Nem eu me encontrava mais, quando chegava em casa, eu já tinha saído! E pra complicar, o canal. Não o da TV, o do dente... Aquele vizinho do canino. Por isso a dor de cão! Volta e meia o canal dava sinal, insistindo para que eu fizesse uma visita ao dentista e terminasse o tratamento. Era importante ter pensamento e saldo positivo. Teria que tomar vergonha, anestesia e trocar o provisório pelo definitivo.
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