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Menino do Rio
50 anos de um Menino do Rio.
"... Hoje dia 20 de dezembro de 2007 o Peti estaria fazendo 50 anos.
Eu tenho aqui um escrito dele.
Depois que Peti morreu eu andei procurando entre os livros, nas coisas da casa pra ver se achava uma explicação pro que aconteceu... Sabendo que não encontraria. "
Monica Boran
Meu amigo Peti - o Menino do Rio, por Wady
É tão difícil e ao mesmo tempo tão fácil falar do Peti. São tantas as lembranças, que fico meio perdido ao escrever. Nenhuma novidade, já que não sou escritor, aliás, estou longe disso. O legal é que todas as minhas recordações são alegres, pra cima. Peti tinha um astral tão bacana que nunca o vi com raiva.
Baby Consuelo - Menino do Rio
Sem sombra de dúvida, é quem melhor cantou o MENINO DO RIO... Que me perdoem os tantos que tão bem cantaram. ;)
Menino do Rio
Caetano Veloso
Menino do rio
Calor que provoca arrepio
Dragão tatuado no braço
Calção, corpo aberto no espaço
Coração de eterno flerte, adoro ver-te
Menino vadio
Tensão flutuante do rio
Eu canto para Deus proteger-te
Menino do rio
Calor que provoca arrepio
Dragão tatuado no braço
Calção corpo aberto no espaço
Coração de eterno flerte, adoro ver-te
Menino vadio
Tensão flutuante do rio
Eu canto para Deus proteger-te
O Havaí, seja aqui, o que tu sonhares
Todos os lugares
As ondas dos mares
Pois quando eu te vejo
Eu desejo o teu desejo
Menino do rio
Calor que provoca arrepio
Toma esta canção como um beijo
Fonte: http://www.youtube.com/user/fredysnz
Baby Consuelo - Brasileirinho - Rock in Rio 1985
Como falar de Pier de Ipanema sem mencionar Babi Consuelo, a BABY DO BRASIL !! Saudades..
Baby num dos melhores momentos do ROCK IN RIO. Emocionante! Antológico! Vale a pena ver até o final! Kriptus-Rá, aka Rock in Rio, em local privilegiadíssimo no Rock in Rio!
Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade (Niterói, 18 de julho de 1952) conhecida como Baby do Brasil e também como Baby Consuelo, é cantora e compositora brasileira. A carreira artística de Baby caracterizou-se desde sempre pela versatilidade e irregularidade, mas sua presença constante na mídia ao longo de três décadas deveu-se sobretudo ao seu visual extravagente e às suas controversas declarações acerca de discos voadores, supostos poderes mágicos e de clarividência, encontros com Jesus, conversões religiosas e mudança de nome artístico. A maior parte de seus discos solo não atingiu sucesso de vendas e a maior parte dos fãs de samba e MPB sempre foram relutantes em incluir Baby no panteão dos pesos-pesados desses estilos. De todos os modos, o perfil exótico de Baby, um caso à parte no cenário artístico brasileiro, sempre foi de difícil encaixe em qualquer estética ou corrente musical dominantes.
Baby, oriunda de uma família de classe média alta e criada na cidade do Rio de Janeiro, começa a cantar e tocar violão ainda na infância, inclusive vencendo um festival de música em Niterói aos 14 anos. No aniversário de 17, foge de casa, rumando para Salvador. Morou embaixo de pontes na cidade e disse ter avistado seu primeiro disco voador nessa época. Em um curto espaço de tempo, participa de um filme do cineasta italiano Giuliano Gemma, passa um período em São Paulo, outro de volta ao Rio e adentra o grupo Novos Baianos. Em 1969, Baby conhece o guitarrista e futuro marido Pepeu Gomes, que se junta à trupe musical. No ano seguinte, é lançado o primeiro disco dos Novos Baianos, É Ferro na Boneca. Pouco tempo depois, a banda e seus agregados mudam-se para um sítio/comunidade hippie no interior do Rio de Janeiro e, em 1972, é lançado o disco de maior sucesso da banda, Acabou Chorare. Baby e Pepeu permanecem no grupo até seu primeiro hiato, em 1978, iniciando suas respectivas carreiras solo (interdependentes) no mesmo ano.
Seu primeiro grande sucesso solo, a canção "Menino do Rio", aparece no seu segundo disco solo, Pra Enlouquecer, em que Baby aparece posando ao lado de quatro filhos na época: Riroca (que viria a trocar seu nome para Sarah Sheeva), Zabelê, Nana Shara e Pedro Baby. Os quatro tornaram-se músicos, e as três garotas formaram a girl-band SNZ, que apenas conheceu um esporádico sucesso moderado. Baby ainda daria à luz a outros dois meninos: Krishna Baby (que aparece na contracapa do disco que leva o nome da criança, de 1984) e Kriptus-Rá (presente na capa do álbum Sem Pecado e Sem Juízo, do ano seguinte).
Baby sempre foi muito ligada a correntes místicas e esotéricas, e chegou a integrar a trupe do guru mineiro Thomas Green Morton, que divulgava o poder mágico da palavra Rá e demonstrava entortar talheres e fazer luzes surgirem. No fim da década de 1990, converte-se ao protestantismo e, atualmente, é pastora da igreja "Ministério do Espírito Santo de Deus em Nome de Jesus".
Fonte: http://www.youtube.com/user/Zekitcha2
O Menino do Rio e o Rei Roberto Carlos
Sou movida a música e neeem adianta.
E podem me chamar de brega que nem ligo! Já passei da fase de me importar com que as pessoas acham de mim.
Há anos e anos atrás, no início da minha vida com o Peti, eu reparei com um tremendo asco que ele gostava do Roberto Carlos (cantor). Pensei, nossa! Isso é o fim de tudo.
E ele me disse:
- Meu bem, muita gente DIZ que acha o bebeto cafona, brega... Aí entra no meu carro e minhas fitas somem.
Right! Pensei eu... O que fazer né? Quando a gente está apaixonada faz de tudo... Bom, mulher normalmente faz.
OK! Eu faço.
Comecei a escutar o "Rei" também. E gente do céu, não é que eu me apaixonei, seriamente (podem rir, ou chorar).
Trabalhei anos no Frank & Amaury, boutique de luxo, com as colunáveis.


