Restaurante Jangadeiro

Delirium Tremens no Bar Jangadeiros em Ipanema

Delirium Tremens: Forma de perturbação mental passível de ocorrer em alcoólatras e em viciados em ópio, e caracterizada por tremores, suores, dor precordial, agitação e alucinações terrificantes.
 

Pela madrugada - Homenagem ao Ruy

Pela madrugada ...

Transgrediu o gato 
Em perigoso tigre se tornou
Malandro verde e amarelo
Bruxo das novas alquimias passionais
Do século XXI ,  arranca flechas com prazer
Sua presa tem de ser sacrificada
Seus dentes rangem 
E o grunhido substituem as palavras

A Nova Prancha de Surf do Sandy

Embora eu tenha convivido minha infância, adolescência e parte de minha vida adulta entre surfistas amadores e profissionais, jamais peguei onda com prancha de gente grande, isto é, de fibra, com quilha, parafina, etc..

Ratinho o eterno domador de gatas bravas do Restaurante Jangadeiro

Ratinho foi o eterno domador de gatas bravas! No texto em que conto a história da gata Genoveva, cujo instinto materno fez história em Ipanema, colocando muito cachorro graúdo, literalmente, para correr, cito o garçom Ratinho, o mais carioca de todos os portugueses de que tenho e tive conhecimento. Manuel de Almeida, vulgo Ratinho, em virtude de sua estatura liliputiana e de sua agilidade entre salões lotados com ambas as mãos ocupadas com bandejas lotadas de copos e travessas de comida era um coroa divertidíssimo.

A gata mascotinha do Pier de Ipanema - Christine Niemeyer

Depois de se falar em Leila Diniz, dá a impressão de que o assunto gatas e felinas se esgotou, diante da beleza memorável da pantera Leila. Se existiram dois lugares em que o número de felinas por metro quadrado tinha concentração demográfica parecida com um Maracanã da década de 70, em dia de decisão de um Fla X Flu, fazendo-se aí um desconto dos acotovelamentos e do odor advindos de uma região acima dos cotovelos, as axilas, podemos dizer que eram Píer e Janga.

A pantera Leila Diniz e o Barbado do Restaurante Jangadeiros

Ao falarmos em pantera, pode ser que nos venha à mente a figura de mulheres bonitas da alta sociedade, como era de hábito Ibrahim Sued usar em suas metáforas. No meu caso particular, cada vez que falo em pantera, me vem à mente a imagem mais do que felina de Leila Diniz, inesquecível com sua beleza rara e cativante. Ainda criança, sem saber ao certo o que era sensualidade, eu vislumbrava naquela nereida formosa, de contornos perfeitos o que, mais tarde, viria a aprender como sendo feminilidade.

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