O texto abaixo foi sugado do site de nosso amigo Tito Rosemberg. Selecionei apenas um trecho, por um único motivo: a forma tão profunda como ele descreve a essência do surf . Mas o texto poderá (recomendo) ser lido na íntegra.
Podem Ameaçar Com As Bombas E Morteiros
Da Marinha Americana
Podem Roubar Meu Dinheiro
E Chamar Os Hômes Pra Me Levar Em Cana,
Nem Que As Vacas Tussam E As Porcas Torçam Seus Rabos
Nem Que Eu Seja Atacado Por Mil Cachorros Brabos
Mesmo Que Me Acusem De Tudo Que É Heresia
E Arranquem Meu Dente De Ciso
Sem Anestesia
Nada Vai Apagar Meu Sorriso
Não queiras ter pátria.
Não dividas a Terra.
Não dividas o Céu.
Não arranques pedaços ao mar.
Não queiras ter.
Nasce bem alto,
Que as coisas todas serão tuas.
Que alcançarás todos os horizontes.
Que o teu olhar, estando em toda parte
Te ponha em tudo,
Como Deus.
Não queiras ter pátria.
Não dividas a Terra.
Não dividas o Céu.
Não arranques pedaços ao mar.
Não queiras ter.
Nasce bem alto,
Que as coisas todas serão tuas.
Que alcançarás todos os horizontes.
Que o teu olhar, estando em toda parte
Te ponha em tudo,
Como Deus.
Submitted by Carlos Edyl on Sat, 18/12/2010 - 16:30
-O MUNDO É PEQUENO!
Todo mundo fala isso, e é cada vez mais verdade. Se faltava a comprovação cientifica, agora não falta mais. O Mundo, senhoras e senhores, é realmente menor ainda que supúnhamos.
Cientistas revelaram na semana passada uma assombrosa descoberta, como se essa fosse afetar a vida e o destino de todo ser vivente que fixa residência nesse planeta chamado Terra.
OUTRAS ONDAS, Editora Gaia, 296 páginas, é a reunião das crônicas de Fred d'Orey publicadas mensalmente na revista FLUIR nos últimos oito anos. Fundador e editor do primeiro jornal de surf na década de 1980 – STAFF –, editor da mesma FLUIR nos seus primórdios, Fred d'Orey sempre esteve presente na divulgação e reflexão sobre esse esporte, que é quase uma profissão de fé, um life style para seus praticantes.
Eu fico ruminando o próximo assunto...
Essa semana eu andei pensando. Tanto, mas tanto que, provavelmente sentiram o cheiro de borracha queimada aí, onde quer que vocês morem.
É tão difícil e ao mesmo tempo tão fácil falar do Peti. São tantas as lembranças, que fico meio perdido ao escrever. Nenhuma novidade, já que não sou escritor, aliás, estou longe disso. O legal é que todas as minhas recordações são alegres, pra cima. Peti tinha um astral tão bacana que nunca o vi com raiva.